A dualidade da mídia não é contradição é estratégia.
De manhã, veste a fantasia da imparcialidade. À noite, janta com quem paga a conta. O discurso muda conforme o patrocinador, a manchete dança conforme o interesse, e a “verdade” vira produto em promoção: hoje em destaque, amanhã esquecida no estoque.E o público? Acha que está sendo informado, quando muitas vezes está sendo conduzido. Opiniões são moldadas, indignações são direcionadas e, no fim, a revolta também vira audiência mais um ativo lucrativo.Não é que a mídia minta o tempo todo ela só seleciona o que convém mostrar. Amplifica o que dá retorno, silencia o que atrapalha. Quando o dinheiro entra pela porta, a coerência costuma sair pela janela… discretamente, sem virar notícia.No palco, chamam de jornalismo.
Nos bastidores, é negociação.
A dualidade não é falha.
É modelo de negócio.
“Camera em ação verdade ou fake News, vc decide escolher entre a coerência ou enganação”.








